
Estou fazendo estágio em Raio-X na Santa Casa aqui de Sacramento. Estou indo para o Hospital todo dia de manhã trajado a rigor, ou seja, de branco. Fui parado por pessoas conhecidas (que obviamente não me conhecem assim, tão bem) que perguntavam:
__Mas você já é Médico???
__Você já é Enfermeiro???
__Acabou o curso de Farmácia???
__He, Dr. Marcelo…
Engraçado, eu faço BIOMEDICINA. Mas eu nem tento corrigir as pessoas, já que eu ia ter que explicar o que é Biomedicina, porque aqui em Minas Gerais, é muito comum as pessoas não fazerem um pingo de idéia do que seja Biomedicina, e para poupar tempo eu respondi:
__Não, sou estagiário.
Isso sem contar no fato de que realmente hoje, quem trabalha na área da saúde usa branco mesmo. Dentista usa branco, Farmacêutico usa branco, e etc. É ilógico achar que todo mundo de branco é médico ou enfermeiro.
Eu sei que depois que eu formar, posso fazer doutorado e aí sim ser chamado de Doutor. Até lá, eu sei que vou ser tratado assim, mesmo não tendo o título, por respeito talvez. O tratamento para com uma pessoa vestida de branco é totalmente diferente, a cor te dá um certo ar de respeito. Pura bobagem. eu posso usar o que eu quiser, nunca vou deixar de ser o Marcelo que sempre fui. Biomédico ou não, Mestre ou não, Doutor ou não.
Até lá: Bom dia Doutor…
Até a próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Labuta, Mais uma cena do espetáculo da vida

Estou semi esgotado. Tudo culpa da minha nova rotina de exercícios, na qual aumentaram os tais e ainda tenho que aumentar os pesos a cada série. Eu sei que eu poderia malograr, mas acontece que sou um aluno muito aplicado e se o treinador manda aumentar, eu aumento (mesmo quase tendo um treco pra subir no graviton).
Outro fato que está me deixando um pouco apreensivo, senão ansioso, é o fato de eu ter que me mudar para Uberaba ainda esse ano, no semestre que vem. Parece que casa eu já tenho lá, o problema é o “Mi” (Mi virar sozinho…). Gente, é uma vergonha, mas nem arroz eu sei fazer direito. Tudo bem, eu sei que isso eu acabo aprendendo na marra, mas analisando meu histórico com panelas, eu não acho que seja uma transição muito fácil (esse final de semana mesmo, eu fui esquentar uma sopa que minha irmã tinha feito e vim para o PC. Adivinha o que aconteceu?).
Para vencer o cansaço, estou alterando minha alimentação, estou comendo mais, tentando dormir mais cedo e melhor (o que é uma insanidade de minha parte, já que não consigo dormir antes da meia noite jamais). E tentando não me exaurir durante o dia. Hoje por exemplo, eu estou ótimo.
Minhas férias Universitárias estão acabando, as do serviço já acabaram a uma semana. Vamos ver o que eu tenho pela frente.
Até a próxima
P.S. eu consegui achar um tema ultra mega master pro meu TCC, que vou fazer de dupla com um colega meu. Ele também achou muito foda. (eu não vou contar, vai que alguém furta minha idéia!)
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Internet, Labuta
Peço para que aguardem mais um pouco. Não andei postando essas semanas por falta de tempo.
Até a próxima
Arquivado em: Labuta
Hoje pintei uma carretinha que meu pai estava amolando desde semana passada. Mas antes de começar a contar minha empreitada, vamos começar do começo:
Semana Passada
Meu pai inventou moda de mexer em uma carretinha semi pronta que estava encostada na oficina com a finalidade de vendê-la. Isso porque não tem serviço mais importante para fazer. Começa a ralação… de dedo. A carretinha estava enferrujada e para retirar a camada de óxido de ferro dos metalons, lixa nelas. Foi muito emocionante… entrou ferrugem debaixo das minha unhas, impregnou-se entre os sulcos de minhas digitais, descolei a ponta das duas unhas dos polegares, lasquei o dedo em uma ferpa, fui atacado por um zilhão de minúsculas aranhas que coincidentemente acabaram de sair do ninho, mas concluí a tarefa.
Hoje
Meu pai estava meio indeciso (como sempre) quanto a que tinta usar, se jogava fundo ou não, etc. Decidiu por jogar o fundo e logo após pintar de azul. Bom, terminei o serviço e quando olhei no espelho, estava com a cara toda azul, parecendo um Smurf… meu cabelo então, nem se fala…
Amanhã
Terei que dar uma segunda mão porque a tinta ficou áspera devido ao fundo de zarcão. Meu pai achou péssimo, eu mais ainda… porque vou ter que virar o duende azul de novo… afff
Até a Próxima
Arquivado em: Labuta

Trabalhar sob o sol é de arrancar o couro. Ainda bem que eu uso protetor solar, senão estaria caramãozado… O dia começou muito bem, o sol estava fraco, devia ser umas oito e meia da manhã. Falei para meu pai que começássemos de cima pra baixo, já que o sol estava fraco ainda. Pena que o serviço que ficava exposto ao veneno solar acabou apenas a alguns minutos. Eu até não ligo de trabalhar sob o escaldante, a única coisa ruim e meu pai estressado com a situação e a teimosia dele. Sabe, ele é macho, não usa protetor solar… tsc tsc tsc… divina bobeira… depois fica ahe, com os braços pegando fogo dando até bolha d’água… e o pior é que o stress acaba ficando briga, discórdia, ofensas e etc… eu odeio brigar com meu pai.
Até a próxima, amanhã a gente trabalha na sombra um pouquinho
