Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)

Mal saí de férias, e estou me preparando para estudar novamente. É que esse semestre vou dar início ao meu último ano acadêmico com o estágio superultramega supervisionado. Começo agora dia 13 e estou aproveitando o que dá das férias. Por falar em aproveitar as férias para que elas se tornassem menos espinhosas instalei em minha máquina o jogo the Sims 3. Consegui depois de 5 dias e algumas horas baixar a imagem e instalar através de um emulador (que cumpriu muito bem a sua função) só que eu não gosto de ficar com arquivos de mais de 5 gigas ocupando um espaço realmente valioso no meu HD. Me desloquei preguiçosamente até o centro da cidade e paguei meu olho em um DVD de 8 gigas pra queimar o .iso. Tudo bem, acontece que a DESGRAÇA DEU ERRO E EU PERDI A MÍDIA QUE CUSTOU O REFERIDO OLHO. Depois de um acesso de ódio mortal, no qual amassei o dvd na mão (porque ele era de muito boa qualidade e não se quebrou), e joguei literalmente R$ 8,00 no lixo, fiquei com os 5 gigas aqui e depois de atualizar o jogo (pq ele veio com uns buguinhos chatos) ele parou de funcionar (mas já resolvi). Na verdade, sei que não vou poder aproveitar o jogo (que está excelente), já que estou de mudança para Uberaba e por enquanto, não terei onde instalá-lo lá, poi estarei descomputadorizado (o supra sumo do horror). Quanto à minha estadia em Uberaba, isso é um mistério, até agora não tenho residência fixa lá (verei isso semana que vem), e ainda pode ter uma pequena confusão com os horários das aulas, mas isso é apenas um detalhe porque de for de manhã eu ganho, se for de noite, eu ganho também porque vou poder procurar um estágio extra por fora.
Bom, por hoje é só
Até a Próxima
Arquivado em: E o Tédio ataca novamente, Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade) | Tags: Tarefas, Trabalhos Acadêmicos, Universitários

Agora que meu pré-projeto de pesquisa acabou, posso voltar a lembrar que esse blog existe.
Estava extremamente atarefado. Vou tirar esse fds pra descansar.
Ahh, estou com preguiça de postar algo interessante agora, amanhã eu posto sobre minhas últimas aventuras… hehehehe
Até a Próxima

Estou fazendo estágio em Raio-X na Santa Casa aqui de Sacramento. Estou indo para o Hospital todo dia de manhã trajado a rigor, ou seja, de branco. Fui parado por pessoas conhecidas (que obviamente não me conhecem assim, tão bem) que perguntavam:
__Mas você já é Médico???
__Você já é Enfermeiro???
__Acabou o curso de Farmácia???
__He, Dr. Marcelo…
Engraçado, eu faço BIOMEDICINA. Mas eu nem tento corrigir as pessoas, já que eu ia ter que explicar o que é Biomedicina, porque aqui em Minas Gerais, é muito comum as pessoas não fazerem um pingo de idéia do que seja Biomedicina, e para poupar tempo eu respondi:
__Não, sou estagiário.
Isso sem contar no fato de que realmente hoje, quem trabalha na área da saúde usa branco mesmo. Dentista usa branco, Farmacêutico usa branco, e etc. É ilógico achar que todo mundo de branco é médico ou enfermeiro.
Eu sei que depois que eu formar, posso fazer doutorado e aí sim ser chamado de Doutor. Até lá, eu sei que vou ser tratado assim, mesmo não tendo o título, por respeito talvez. O tratamento para com uma pessoa vestida de branco é totalmente diferente, a cor te dá um certo ar de respeito. Pura bobagem. eu posso usar o que eu quiser, nunca vou deixar de ser o Marcelo que sempre fui. Biomédico ou não, Mestre ou não, Doutor ou não.
Até lá: Bom dia Doutor…
Até a próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Eu Crítico (minha opinião sobre o q anda acontecendo)

Apesar de ser, como o nome já diz, boatos, tem sim, um fundo de verdade. Tudo isso envolvendo a associação, o grupo de estudantes de Franca e o o grupo de Estudantes de Uberaba que se desvincularam da associação para evitarem pagar mais caro, o que acabou saindo pela culatra, já que a empresa que nos transporta reduziu o preço do Km rodado para o mesmíssimo da empresa contratada por eles. Ou seja, agora está correndo que será feito um abaixo assinado para destituir o presidente da associação.
Pergunta 1: Como que eles podem querer tirar o presidente da associação se eles não fazem mais parte dela?
Pergunta 2: Por que que eles estão procurando esse tipo de confusão, sendo que do jeito que está, está bom para todo mundo?
Pergunta 3: Será que eles não perceberam que isso não vai adiantar muita coisa, já que o atual presidente foi nomeado secretário de sei-lá-o-que do transporte municipal e quem vai administrar a verba da prefeitura será ele, independentemente dele ser ou não o presidente?
Pergunta 4: Será que eles não estão pensando na possibilidade do atual prefeito, por causa dessa ação, faça a distribuição da verba repassada mediante questionário sócio-econômico, o que com certeza vai cortar a verba de muita gente?
Pergunta 5: Como eles pretendem fazer isso, se o presidente foi eleito de forma legal, com registro em cartório, apenas por abaixo assinado, sem que só seria possível destituí-lio com uma ação judicial.
Pergunta 6: Já que estão querendo tirar ele porque não gostam dele, porque raios não fizeram uma chapa para concorrer com ele nas últimas eleições que ocorreram no final do ano passado?
Pois é, eu estou achando que isso não vai dar certo. Se der certo, eu também não vou me preocupar demais, tenho só mais 4 meses de ônibus mesmo, talvez até 3 meses só…
Até a Próxima.
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Festas e coisinhas que divertem
Pois é, todo semestre é essa amolação. Sempre tem alguma coisinha pra deixar a gente doido da cabeça. Esse semestre a culpa é da AES pois a Uniube alterou os seus horários e agora ao invés de 3 ou 2 aulas por dia de uma hora e 25 minutos temos 3 ou 4 aulas de 1 uma hora cada e adivinhem… eu tenho aulas às 18 horas dois dias por semana. E o pior, eu e mais uma miséria de gente. Já desconfiaram o que aconteceu? Não? Pois bem… a AES não disponibilizou nenhum transporte que sai mais cedo para nós, ou seja, eu e mais essa miséria de gente está perdendo aula porque culpa sabe-se lá de quem. Até que no meu caso não é tão grave, uma porque eu pedi encarecidamente que os professores não me dessem falta até eu arrumar uma solução e estou chegando pras aulas 45 minutos atrasado toda semana e pegando as matérias com meus colegas (ta dando pra levar). O problema maior é que tem gente quem tem aula praticamente TODO dia às 18 horas. E esses sim estão com a vida totalmente enrolada.
Estou esperando uma solução para depois do Carnaval, provavelmente vai acabar sendo um carro abastecido pela AES que vai levar a gente mais cedo… tomara que dê certo.
Agora mudando de assunto e indo para o óbvio. Carnaval
Aqui em Sacramento o carnaval é de rua e tem até desfile de escolas de Samba. Não é assim uma Sapucaí, mas é ótimo ver a rivalidade declarada entre as escolas, aquele clima de tensão, expectativa pra ver quem vai levar o primeiro lugar e ser a grande campeã. Tem um episódio interessante pra contar sobre essa rivalidade: Ano passado, minha irmã e o namorado ganharam uma camiseta da Escola “Unidos da Areão” que é a arquinimiga da Escola “XIII de Maio”. A gente mora a duas ruas da sede da “XIII”, minha irmã um dia desses colocou a camiseta dos “Unidos” para pintar, virou pra mim e perguntou: “Será que se eu for ali no “XIII” eu apanho?“. Não tenho certeza absoluta, mas desconfio que sejam 4 ou 5 escolas. Como é muito pequena a apresentação, pelo menos até o ano passado não tinha Samba-Enredo. Esse ano ouvi boatos de que uma escola (na minha opinião a top da cidade) fará essa proeza. Será interessante.
Quando o desfile acaba no domingo, o povão invade a avenida e aí é só alegria. Eu e meu amigo já compramos nossa bolsa térmica e hoje ainda vamos descer no supermercado para comprar os alcoóis ingeríveis, esse ano resolvemos comprar nossa própria fonte de bebida devido a acontecimentos no carnaval passado e ao altíssimo preço da lata de cerveja (provavelmente Itaipava ou Crystal) que vai estar na faixa dos R$ 2,50 pra mais (imagina a Skol? E a Bohemia então, não deve nem vender…)
Estou esperando a boníssima vontade dele me contatar pelo telefone ou pelo Skype (sim eu voltei a usar) pra combinar o horário pra descer e realizar as compras (só que se ele demorar muito vai acabar tudo…)
Então gente, é isso. Eu volto a postar de novo ainda no carnaval. Boas festas pra todo muito e gente, eu sei que todo mundo ta cansado de saber, mas pelo amor de Deus gente… usa camisinha, não dirige depois de encher o Butão de cerveja, evita confusão, foge de briga e BEIJA MUITOOOO porque Carnaval é só uma vez por ano e não se compara a nenhuma micareta.
Até a Próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Labuta, Mais uma cena do espetáculo da vida

Estou semi esgotado. Tudo culpa da minha nova rotina de exercícios, na qual aumentaram os tais e ainda tenho que aumentar os pesos a cada série. Eu sei que eu poderia malograr, mas acontece que sou um aluno muito aplicado e se o treinador manda aumentar, eu aumento (mesmo quase tendo um treco pra subir no graviton).
Outro fato que está me deixando um pouco apreensivo, senão ansioso, é o fato de eu ter que me mudar para Uberaba ainda esse ano, no semestre que vem. Parece que casa eu já tenho lá, o problema é o “Mi” (Mi virar sozinho…). Gente, é uma vergonha, mas nem arroz eu sei fazer direito. Tudo bem, eu sei que isso eu acabo aprendendo na marra, mas analisando meu histórico com panelas, eu não acho que seja uma transição muito fácil (esse final de semana mesmo, eu fui esquentar uma sopa que minha irmã tinha feito e vim para o PC. Adivinha o que aconteceu?).
Para vencer o cansaço, estou alterando minha alimentação, estou comendo mais, tentando dormir mais cedo e melhor (o que é uma insanidade de minha parte, já que não consigo dormir antes da meia noite jamais). E tentando não me exaurir durante o dia. Hoje por exemplo, eu estou ótimo.
Minhas férias Universitárias estão acabando, as do serviço já acabaram a uma semana. Vamos ver o que eu tenho pela frente.
Até a próxima
P.S. eu consegui achar um tema ultra mega master pro meu TCC, que vou fazer de dupla com um colega meu. Ele também achou muito foda. (eu não vou contar, vai que alguém furta minha idéia!)
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Fim de Carreira
Acontece que a prefeitura simplesmente não repassou o dinheiro para a AES para dezembro, o que estava condicionando a não viagem de todo mundo nesse mês. Só que acontece também que todas as provas bimestrais acontecem em dezembro. Acontece também, que nós, pobre universitários teremos que desembolsar uma grana preta para continuar a utilizar o transporte até dia 12 de dezembro.
Acho que vou ir de carro…
Até a próxima, e me desejem boa sorte
P.S. Fiz a pior prova de Bioquímica da minha vida… (e não estou preocupado)
Arquivado em: Comédia!, Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)

Nossa, que soro Hemolisado… Não dava pra dosar potássio de jeito nenhum…
Fiz uma graça outro dia para que nós, alunos da Bio fizéssemos uma camiseta (coisa que nunca fizemos) um tanto quanto provocativa. A frase é a do título do post. É claro que todo mundo odiou… mas bem, ainda motivado pelas risadas que esse evento proporcionou estava lá eu e uma colega minha da TO e contei o ocorrido para ela:
Marcelo: __…aí a camiseta ia ter a frase: “Vem que eu te Examino…”
Giovanna: __Hahahaha, e para os outros cursos? Como que ficaria?
Marcelo: __Sei lá, pra Psicologia ficaria… “Vem que eu te Entendo…”
Giovanna: __Hahahahaha
Marcelo: __Agora pra Odonto… como seria?
Giovanna: __”Vem que eu te Obturo!!!” Hahahahahaha
Marcelo: __Hahahaha, e pra Fisioterapia?
Giovanna: __Humm, “Vem que eu te Alinho!!!”
Marcelo: __Hahahahahaha
Giovanna: __E como ficaria pras meninas da Nutrição?
Marcelo: __Humm, deixa eu pensar… Já Sei! “VEM QUE EU TE ENSINO A COMER!!!!!”
Marcelo e Giovanna: __HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Que Maldade…
Talvez ainda hoje eu poste umas críticas sobre uns álbuns que estou escutando assim, meio muito…
Até a Próxima
P.S. Se quiser usar a idéia eu vou querer os direitos autorais! ahsjahsjahsiuashahs
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Mais uma cena do espetáculo da vida
Estávamos nós, terça feira, na sala de aula esperando a professora de hemato chegar, discutindo uma provável viagem no final do semestre e uma grande viagem quando o curso acabar. Eis que começamos a correr sugestões: Thermas dos Laranjais, Hopi Hare, Paraty… mas então veio a sugestão da Fernanda:
Fernanda: __Ai gente, vamos pra Praia de Nus!
Todo mundo olhando um pro outro com uma cara de interrogação pensando: “Praia de Nus? Onde diabos fica essa praia?” “Nossa eu nunca ouvi falar dessa praia antes…”
Marcelo: __Onde que é essa praia Fernanda?
Fernanda: __Ai não sei, a gente vê aí, onde tiver a gente vai…
Cerca de 15 segundos de silêncio (porque ninguém entendeu nada), a ficha cai:
Carol: __Ahhh, praia de nudismo sua besta!
Gargalhadas gerais
Fernanda: __Ah gente, então vamos pra Praia das Galinhas!
Gargalhadas gerais de novo. Ela não entendeu o motivo até a Carol falar:
Carol: __Porto de Galinhas criatura! Você tá é doida pra ciscar lá na praia!
A professora chegou:
Maria Theresa: __Nossa gente que felicidade é essa?
Marcelo: __É que a gente vai fazer uma viagem no final do semestre, e a gente ta vendo pra onde.
Maria Theresa: __Mesmo, nossa pelo amor de Deus me chama que eu vou junto.
Fernanda: __A gente vai pra praia de nudismo!!!
Maria Theresa: __Ah, então eu não vou não…
Ninguém agüenta esse povo.
Até a Próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Internet, Labuta
Peço para que aguardem mais um pouco. Não andei postando essas semanas por falta de tempo.
Até a próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)

Ontem foi até engraçado na Universidade. Estávamos todos sentados em nossos respectivos lugares tentando entender pelo menos o sentido do que o Marcelo Raia estava falando sobre administração e de repente: Zummmm… (o barulho do ventilador parando de funcionar). Ocorreu um blackout geral na Universidade INTEIRA. É claro que utilizamos de nossas fontes de luz química (celulares) para acabar de recolher nossos materiais, ficamos morgando na sala durante um tempo para ver se a luz voltava e nada. Assim, fomos passear… tomar uma água, ver o vuco vuco que se instalou no corredor (os alunos ficaram todos ouriçados, ninguém nem queria mais saber de faculdade). Escutamos em uma sala que estava tendo prova de farmácia, o professor falando para usar o celular para acabar a prova e de repente escutamos alguém gritando (provavelmente o nerd da sala): “ROUBARAM MINHA PROVA!!!! ROUBARAM MINHA PROVA!!!!” É claro que eu ri bastante, e é claro que o professor se viu na obrigação de cancelar a dita cuja. Assim, liberados da aula, peguei meu material e fiquei zanzando no campus no maior breu, para ver se eu encontrava alguém de Sacramento. Fui encontrar a Rose e Aninha e o Guilherme só lá perto dos ônibus (o celular nunca funciona nessas horas). Assim, matei a última aula (sem culpa).
Falando em Blackout, ninguém perdoa a coitada da Britney… KkKkKkk Raxo o bico…
Até a Próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Túnel do Tempo
Cena: Aula prática da Fabi
Tema: Coleta de Sangue nos colegas
Ok, tudo pronto para a coleta, a gente já tinha treinado no “Zé Borracha” e coitado sofreu um bocado. Mas então, vamos direto ao ponto né… Já haviámos combinado, eu e o Wagner, de coletar um do outro, mas antes de começar a contar o que aconteceu comigo e com minha respectiva vítima (Huahushas) vamos a alguns fato interessantes primeiro:
Havia uma aluna visitante que já tinha participado da aula com o “Zé”, até tirou “sangue” dele… Ok, o Lee, foi tirar sangue da Dani, era a primeira dupla. O Lee tremia mais que vara verde, e quando ele agulhou a sua respectiva companheira, uma poça de sangue brotou por cima da punção. Normal, fora o fato que ele deve ter ficado um tanto quanto apavorado… Eu teria… Até ahe tudo bem. Quando a Dani foi tirar sangue do Lee, de repente: POOF!!! A Aluna visitante caiu duríssima no chão, bateu as costelas no tamborete de ferro e sorte dela que bateu a cabeça no pé do Wesley. Quando eu olhei os pés pra cima, juro que pensei que fosse o Cid, ou a Gislene, nem me passou pela cabeça que poderia ser ela. Nossa gente, é até pecado, mas me deu uma vontade de rir naquela hora… ainda bem que eu consegui conter. Não sei porque isso aconteceu… tipo assim, alguém, que naum é matrilculado no curso, desmaia em plena aula de coleta não é nada engraçado, mas sim muito sério. Agora pra vc ver, a Fabiana lá abanando a menina com uma agenda sabe deus de quem e eu prendendo a respiração pra não dar gafe levar um ferro. Ai ai… Mas depois que passa, a gente ri muito né, fazer o que?
Depois de que eu coletei (calma, vou contar daqui a pouco) o Cid coletou do Pedro normal. Mas quando o Pedro foi coletar do Cid, e que ele viu o sangue dele vazando pra dentro do tubo de coleta, esse menino foi ficando amarelo… e suava… e respirava… e ficou mais amarelo…
Fabiana: __Cid vc tá bem?
Cid: __Tô, já já passa.
E eu, ao invés de ajudar dizendo palavras de incentivo, dizia:
Marcelo: __Nossa Cid!!!! Vc tá ficando amarelo!!! Menino, vc vai desmaiar… (nem me toquei)
Ele saiu da sala desorientado, de luva sem jaleco, passando mal, com a pressão quase no zero e eu lá, achando até um pouco engraçado, pq é Cid é o descobridor curioso da sala e, dessa vez, a descoberta quase fez ele dar um vexamão pra todo mundo…
Agora é minha vez né, eu naum pouparei detalhes.
Fabiana: __Próxima dupla?
Marcelo: __Quer ir Wagner? (já sentando na cadeira e tirando o jaleco, sim sou um rapaz decidido)
Wagner: __Tá boom… Não!!!! Melhor tu ir primeiroo.
Marcelo: __Blz. Então senta ahe e tira o jaleco
A Fabi me instruiu a arrumar o material e pronto. Na hora de garrotear o “bracinho” do índivíduo, ele já estava suando frio.
Fabiana: __Você tá bem Wagner? Você é pesadinho (força de expressão, ele deve ser muito pesado)
Wagner: __(com aquele jeito calmo dele) Tá tranquiiloo…
Marcelo: __Wagner, a gente pode tirar depois se vc quiser.
Wagner: __Não, pode tirar o sanguee…
Cena: Marcelo está confiante, arruma o tubo no piloto após ter ajeitado tudo, faz a assepssia no braço do colega e PIC. Não vazou uma gota de sangue pra fora da punção. Marcelo pega o algodão seco e pôe sob a orientação da Fabi, no braço do Wagner. Marcelo encaixa o tubo de gel separador, tira o garrote e coleta perfeitamente o sangue. Marcelo tira a agulha, descarta rotula o tubo. Marcelo percebe que Wagner está braco que nem leite. Quando Wagner tira o braço do apoio, este estava molhadinho de suor. Isso é que é força de vontade… KkK
Ok, ele quase morreu, mas consegui tirar blz. Ele disse que não doeu nada, mas, eu não posso falar a mesma coisa. Chegou a vez dele, eu lá, posicionado, ele me garroteou o braço e foi preparar os aparatos. Quando ele terminou, meu braço tava ficando até roxo… KkK e eu ném ahe. A Marília (monitora) teve que massagear o meu braço pra circulação voltar ao normal, já tava dando hemoconcentração… Após a normalização da circulação, garrote de novo! Eu não sei porque, mas eu acho que ele tava com medo de me machucar e foi muito devagar com a agulha, perfurou a pele e depois o vaso. Nossa! Vai doer assim lá na puta que pariu!!! E saiu uma poça de sangue pra fora do vaso, assim como aconteceu com a Dani, ele fez a coleta, tirou a agulha e ok, missão cumprida. Eu nem me alterei, acho que é de tanto que eu já fiz exame nessa minha curta vida, tava até rindo dele com a agulha “xuxada” (como diz o pedro) no braço. Eu estava disposto a coletar mais, e deixar que coletassem de mim no outro braço, mas ahe a aula já tinha acabado e a Fabi encerrou as coleta. Ahe a gente centrifugou o sangue (teve uma hora, que não balancearam a centrífuga e ele andou pela bancada balançando mais que a loira do tchan!) e separou a parte líquida da sólida com uma pipeta automática de 1ml.
Extraído do Tragicomédia2!
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)
Tive que realizar 10 entrevistas para entregar até ontem. E isso foi nos passado quinta passada. Estou morrendo de raiva (apesar de já ter feito a atividade). Tive que pular mais que a Daiane do Santos e a Jade Barbosa juntas para conseguir entrevistar 10 pessoas a tempo. Mas as coisas até que foram facilitadas segunda feira agora, porque as entrevistas eram para serem feitas com os acadêmicos de Biomedicina da Universidade de Uberaba e é lógico que a gente reclamou e a professora abriu as entrevistas para os outros cursos (ainda bem). Tive que entrevistar gente pelo Messenger, pelo telefone, indo na casa, no ônibus, na cantina, gravando com meu Sony Walkman (sem espaço, devido às minhas eletrônicas de cada dia), copiando rápido, tendo que agüentar ironias dos alunos da Medicina (há grandes exceções, mas a maioria deles acha que está por cima da carne seca… e são os mais mulas da faculdade) e etc… mas deu tudo certo. Estou com uma grave certeza de que terei problemas com essa matéria por causa da professora (que acha que a gente é tudo filho de papai, pra ficar por conta de atividades absurdas, com um monte de provas pra estudar e o WORK pra salvar… Oh my God!!)
Detalhe, o rolão dos ônibus se resolveu (pelo menos parece, já que alguns alunos que passaram vergonha no ônibus por causa da inadimplência, foram educadamente convidados a se retirarem do ônibus voltaram essa semana porque provavelmente pagaram o que deviam)
E é só, estou precisando de tempo para estudar o tal do consenso de diabetes, a matéria de genética e tal… ai ai…
Até a Próxima
Arquivado em: Depois que passa, a gente ri, Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Mais uma cena do espetáculo da vida, Tragédia!
Aconteceu o que estava para acontecer uma hora ou outra. A Associação dos Estudantes de Sacramento está com uma batata fervendo na mão, e ninguém quer segurar ela por muito tempo.
A EMPRESA DE TRANSPORTE QUE LEVA A GENTE RECEDIU O CONTRATO COM A AES POR MOTIVOS DE DÍVIDAS (INADIMPLÊNCIA)
Ou seja, estamos sem ônibus. E isso de anteontem pra ontem, assim, desse jeito trágico, sem nem avisar todos os estudantes. Mas também, quando esse assunto saiu foi como riscar fogo na pólvora. TODOS os estudantes ficaram sabendo da bomba. Eu fiquei revoltado, morrendo de ódio. E ontem eu tinha uma prova valendo os três pontos de farmaco da 1ª etapa… mas, como nós, pobres estudantes, fazendo das tripas coração para continuar trabalhando e estudando, demos nossos pulos. Eu até a última hora não tinha transporte algum pra me levar pra faculdade, então… desisti, até meu pai me obrigar a tomar banho correndo e ir para o ponto de ônibus, para ver se alguma coisa estava acontecendo. E lá fui eu, sozinho para o ponto onde eu sabia que não iria ter ônibus para me pegar. Como não tinha ninguém no ponto, liguei para meu pai do celular pedindo para que ele me pegasse no ponto e me levasse pro centro pra ver se tinha alguém lá (ou esperando ônibus, ou esperando van ou então fazendo piquete mesmo…) e eis e estava lá o ex-coordenador do ônibus Pauleandro, sua namorada e mais dois estudantes. Quando ele me viu disse: “Olha, completou o carro!” e eu achei ÓTIMO. “Opa, agora uai! Tenho prova agora no 1º horário!” então, fomos no carro do respectivo.
Nota: o Pauleandro é 1º secretário da AES, ou seja, da DIRETORIA e não estava sabendo de NADA. Assim como todos nós, ele ficou sabendo do “probleminha” porque alguém ligou pra ele e avisou… olha o naipe!!!!
Assisti minha aula, fechei/fechamos (era de grupo) a prova J, e voltamos de carro para Sacramento, mediante o racha da gasolina. Teve bom, mas ainda estou morrendo de raiva
Torçam para que esse pepino se resolva ainda hoje, senão, carro de novo…
Até a Próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)
Eu sempre participei das campanhas de Poliomielite, mas agora a situação pegou pesado… tenho que ir vacinar as crionças crianças na cidade de Uberaba dia 9 e meu planejadíssimo final de semana foi para o ralo. Mas isso não é o que está me deixando irritado. O que me estressa, é que isso é OBRIGATÓRIO (“Você que sabe, ou você vai ou fica sem os 15 pontos da atividade“). E tudo isso foi marcado de última hora, sem planejamento para quem trabalha no sábado ou mora fora (Yo). Parece até que esses professores estão achando que a gente está por conta da faculdade 24 H por dia, 7 dias da semana… tudo bem que a faculdade é importante, aliás, é a nossa carreira que está em jogo, mas isso é um semi-absurdo (isso porque deu pra engolir e vale créditos para as atividade complementares, na qual eu necessito de quase 60 créditos)
E é melhor eu me preparar porque essa não será a primeira vez, ainda vai ter não sei quando, um trabalho no centro de controle de zoonoses de Uberaba (ou seja, terei que viajar DE NOVO) estou de saco cheio… e olha que o semestre ainda nem começou.
Obs irritante: A diretora do Curso exigiu o uso de roupas brancas (terei que gastar ainda mais comprando, já que na prática mesmo, eu ia precisar disso só ano que vem)
Até a próxima e desejem-me muita paciência para lidar com as crionças crianças maravilhosas dia 9 de Agosto.
P.S. A campanha de vacinação contra a Poliomielite começa dia 9 de agosto. Leve sua criança de 0 a 4 anos, 11 meses e 29 dias para vacinar. A saúde do seu filho é o mais importante.
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)

Estive nesse final de semana em Conquista –MG, minha terra natal passando meus últimos dias de férias. Isso mesmo, a partir de amanhã estarei cursando o 5º período de Biomedicina. O que me espantou dessa vez, não foi a enorme grade horária que passarei a ter, assim como o número elevado de disciplinas que a matéria Ciências Biomédicas Aplicadas tem, mas sim em como essas férias passaram rápido. Isso sem falar na inutilidade delas, considerando que eu não viajei, não me diverti, não isso e não aquilo. Agora as coisas aqui no blog vão voltar a ficar um pouco paradas pela clássica falta de tempo. Sexta feira eu peguei “meu” fusquinha e me dirigi para minha cidade natal, lá pelas 5 da tarde. A partir daquele dia resolvi tentar não sair para viajem nesse horário nunca mais. O sol era terrível e se não fosse pela aba do carro e pelo meus óculos de sol, não conseguiria guiar corretamente, porém estava naquela situação onde de que se entrasse alguém/algo na estrada eu com certeza acabaria passando por cima… o destino alcançado, fui me encontrar com minha maravilhosa mãe que já estava lá desde quarta feira, por causa da 18ª semana espírita. Eu tenho uma forte ligação com os adventos espíritas interioranos: minha família da parte materna é toda espírita (tirando duas primas evangélicas), meu tataravô foi um dos fundadores da cidade (Conquista), moro no lar de Eurípedes Barsanulfo (Sacramento), Sacramento possui o primeiro colégio espírita do MUNDO, hoje desativado (não sei porque) e etc e tal.
Então, palestras assistidas, parentada reunida, venenos destilados (no bom sentido), risadas e gargalhadas desprendidas, depois de uma noite em um boate na cidade, estou eu, de volta à Sacramento escrevendo agora. Mas tive alguns probleminhas pra chegar aqui. A estrada, no trecho entre as duas cidades, está sofrendo recapeação e recuperação, portanto, está o caos. Como eu nunca tinha passado por uma situação como essa, obviamente paguei o maior mico.
O trajeto em obras estava marcado com cones, e estava sendo usado a técnica da bandeirinha, ou seja, os carros estavam todos transitando apenas em uma mão da estrada, já que a outra estava com o piche fresco. Então começou a confusão: eu não entendi merda nenhuma do que o cara da bandeirinha estava sinalizando e cortei pela pista errada. O cara sinalizou que eu estava errado, então eu parei e perguntei para minha mãe: “Será que é para ir pelo acostamento?” “Deve ser…” fiz um sinal tipo: “é por ali?” o cara fez um aceno que eu entendi que sim e fui com tudo para a estrada utilizada pelos caminhões de cana. Resumindo, ao invés de eu para, pegar a bandeira, ir pela pista livre, deixar a bandeira com o outro funcionário, resolvi transformar meu fusquinha em um Troller e me aventurar em um Rally do Cerrado improvisado (minha mãe quase teve um treco) até chegar a um ponto onde a pista estava bloqueada por gravetos. É lógico que nessa altura do campeonato eu já tinha sacado que eu não entendi merda nenhuma do que o cara disse. Saí do carro, olhei a estrada para ver o motivo dos gravetos estarem lá, e logo depois que vi que não tinha problema algum, desbloqueei a estrada e saí no final do bloqueio, com minha mãe rindo a doidado da “aventura” e eu querendo xingar aqueles nomes que não se fala perto da mãe. Tirando a aventura, o resto correu bem… chegamos em casa e jogamos uma água no carro para ocultar o “crime” ahsuahsuahsu
Até a Próxima!
Arquivado em: Depois que passa, a gente ri, Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Túnel do Tempo
Devido a problemas, eu retirei o post. Quem leu, leu. Quem não leu se f… (hehehehe)
Até a Próxima
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)

O estágio acabou. Estou estabelecido em minha maravilhosa residência em Sacramento, e vejo o quanto é bom estar em casa. Minha estadia na casa da Carol foi deveras maravilhosa, mas caindo no velho clichê, Não Há Lugar Como o Lar!
A semana começou fraca, porém, produtiva. Havia poucas pessoas na rotina, mas todas compareceram, isso até quarta feira, mais ou menos. Teve de tudo um pouco: gente idosa, gente muito idosa, gente muito idosa mesmo, criança corajosa, criança esperneando e chorando, bebê de até 10 meses (deve ser difícil ver uma pessoa enfiar uma agulha fininha no braço de sua criança, com ela gritando mais loira sexy em filme de terror), gente grande que tem medo de agulha e gente passando mal com força na hora da coleta. O bom, é que eu perdi o medo de coletar, sério! Agora sei que isso não é um problema, mesmo se a pessoa só tem veias pegáveis na testa! (tem gente que é difícil)
Só que tem sempre o lado negro da história. Existem pacientes que não tomam banho por exemplo, e vão para a coleta com aquele aroma MA-RA-VI-LHO-SO e ainda por cima sem escovar os dentes. Particularmente, eu não me importo com cheiro de cigarro, mas tem sempre aquele paciente (geralmente idoso) que pita o famoso cigarrinho de palha e o cheiro fica muito forte, a ponto de me fazer espirrar. É lógico que não deixo/deixei/deixarei jamais transparecer minhas reações quanto à essas situações. A principal regra, talvez a única que deva ser seguida no momento da coleta é não puxar assuntos sobre os quais o paciente talvez não goste de escutar. Exemplo: quarta-feira teve uma paciente que tinha cicatrizes de cortes suturados nas veias visíveis e nos pulsos, é lógico que ela havia tentado se livrar de alguns litros de sangue para que a volemia baixa desse conta do resto (credo). Se ela não tivesse comentado comigo e com a Letícia (a outra estagiária) eu não teria a confirmação desse fato. Não disse nada, nem que achava errado… e acho que é o certo a fazer. No caso da condição de estagiário, o paciente pode simplesmente recusar que seu precioso líquido vital seja retirado por uma pessoa que está aprendendo. No nosso caso, Biomédicos, o paciente nem desconfiaria que estávamos aprendendo (uma porque a coleta a gente já sabe de cor, o aprendizado era como lidar com pacientes). Foi o que aconteceu com um aluno da medicina quinta-feira, que na minha opinião, é melhor ele deixar esse trabalho para nós ou para os enfermeiros quando estiver no exercício da profissão.
Ah, já ia me esquecendo: O transporte público de Uberaba continua uma bosta, e caro. E para melhorar minhas maravilhosas manhãs nas quais eu acordava às 5:30, havia um motorista que é um forte candidato à fórmula um, e sabe porque? Para fumar. Não entendeu? É simples. Ele corre muito, tipo, quase não pisa no freio, chegando à marca dos 90Km/h dentro da cidades, principalmente em ladeiras largas e desimpedidas, apenas para adiantar-se no horário que chega ao ponto da praça do correio para aproveitar esse minutinhos ganhos para sair do traste do coletivo e fumar, tranquilamente enquanto os passageiros ficam no ônibus esperando. O vício é duro mesmo. Por causa desse cigarrinho, os cidadãos de Uberaba estão sujeitos a acabarem seus dias na terra dentro de um prédio comercial, uma casa de uma senhora idosa ou um supermercado cheio de gente, caso o freio resolva falhar. Sim, é pessimista. Sim, é mórbido. E sim, pode acontecer, porque não?
Até a próxima.
P.S. Depois de amanhã estarei de férias.
Arquivado em: Depois que passa, a gente ri, Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)

A primeira semana de estágio na UBS George Chirée Jardim foi deveras tranqüila. Tudo correu extremamente bem, graças a Deus, não houve acidentes, nem estresses.
No primeiro dia, meu pai me levou até a UBS de carro, se Sacramento à Uberaba com muita gripe. Eu admiro ele pois, não é fácil dirigir às 5 e meia da manhã com o corpo ruim, dor de cabeça e etc. Cheguei na UBS, fiquei dentro do carro esperando a dita cuja abrir, e olhando para ver se alguém que eu conhecia da Bio estava lá para o estágio também. Não vi ninguém de imediato, porém, assim que saí do carro e foi para a porta, uma menina me perguntou se eu ia fazer o estágio com o Robert. Letícia faz aula de ética comigo, é da mesma turma. E quis o destino que ela morasse praticamente do lado da casa da Carolina, ou seja, o ônibus para ir e voltar da UBS era o mesmo e conseqüentemente o ponto a descer. Fiquei aliviado. A semana foi prática, com uma rotina pequena. O que dava tempo de sobra para escutar as famosas histórias do Robert, da época da faculdade. Não vou contar nenhuma, mas a melhor de todas é a história do ferro de passar roupa e a da viagem para o exterior pela Europa.
O transporte público de Uberaba está daquele jeito que está em muitas cidades do Brasil: uma bosta. E o pior, é caro. Mas como necessito desse serviço para me locomover (porque a casa da Carol é longe pra chuchu da UBS) tenho que enfrentar o sacolejo dos ônibus. Há um ônibus cuja porta tem um delay na hora de fechar (a porta de saída), uma folha da porta fecha normal, já a outra folha demorava mais e quando fechava, era de uma vez. Quase que teve gente que prendeu a mão, pé, blusa e etc na porta. Escutei comentário de costumeiros passageiros de muita gente já teve problema com a devida porta.
Estou em casa agora, amanhã voltarei para Uberaba a fim de completar meu estágio e aproveitar para resolver um mal entendido com algumas colegas minhas. Desejem-me sorte.
Até a próxima
P.S. Amanhã eu vou sair pra balada! Hehehe, não sou de ferro também né?
Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)
A partir de segunda feira, estarei localizado na casa da Carol em Uberaba para realizar o meu estágio de Observação II. Que maravilha não é verdade? Mas nem tudo foi simples assim, e ainda não está sendo.
Pra começar, marquei a data do estágio (que dura 2 semanas) no começo do semestre para o final do semestre, já prevendo que poderia acontecer o que acabou acontecendo. Para realizar o estágio, eu teria que ficar em Uberaba pois ele só pode ser feito obrigatoriamente de manhã. O estágio I eu fiz na clínica, depois das provas finais, à noite, porém dessa vez eu queria passar pela experiência de estar em um ambiente semi-hospitalar realizando coleta de sangue, entre outras. Na clínica, nós não podemos nem tocar nas coisas, apenas observar, já na UBS (onde vou estagiar), a gente treina coleta, principalmente de sangue. Voltando ao assunto da minha estadia, estávamos contando com uma tia avó minha para que ela me desse abrigo durante meu estágio, mas por incrível que pareça, ela RECUSOU/NEGOU que eu ficasse na casa dela, com uma intragável desculpa de que a casa estava passando por reforma e que as camas estavam sendo desmontadas. Velha maldita! Eu até entendo que deve ter dedo dos filhos dela nessa história (todos casados, ou seja, nenhum mora lá mais). E agora? Estou sem lugar para ficar. Calma… tem solução
Antes disso acontecer, teve a festa que a sala promoveu para arrecadar grana pra formatura e eu posei na casa da Carolina. Nessa ocasião, ela me convidou, caso fosse necessário, para ficar na sua casa durante o estágio. De início eu recusei (imagina…) mas fui obrigado a conversar com ela e perguntar se a proposta ainda estava de pé. Ela disse que sim, e antes mesmo de ficar lá essas duas semanas seguintes, já sou infinitamente grato pela cortesia. Assim feito, Carolina disse que estaria em Uberlândia na segunda feira e se eu tinha lugar pra ficar durante o dia até a hora da aula na faculdade. Conversando com o Carlão, perguntei se poderia ficar na casa dele à tarde. Ele disse que não havia problemas.
Problema novo que surgiu. E a mala? Como que eu vou carregar esse trabolho pesado e enorme pelo Uberaba inteiro? Solução: Uma colega minha do busun vai levar ela pra mim no ônibus pra faculdade de noite e eu pego com ela.
Apesar de tudo parecer resolvido, estou apreensivo quanto ao transporte dentro da cidade, considerando que não conheço nada lá, capaz que eu acabe apanhando nos primeiros dias, descendo em pontos errados (eu tenho ódio disso…)
Vamos ver o que vai acontecer! Assim que eu voltar da 1ª semana que posto como foi. Portanto não esperem posts durante a semana.
Até a Próxima!
