Arquivado em: Depois que passa, a gente ri, Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade), Mais uma cena do espetáculo da vida, Tragédia!
Aconteceu o que estava para acontecer uma hora ou outra. A Associação dos Estudantes de Sacramento está com uma batata fervendo na mão, e ninguém quer segurar ela por muito tempo.
A EMPRESA DE TRANSPORTE QUE LEVA A GENTE RECEDIU O CONTRATO COM A AES POR MOTIVOS DE DÍVIDAS (INADIMPLÊNCIA)
Ou seja, estamos sem ônibus. E isso de anteontem pra ontem, assim, desse jeito trágico, sem nem avisar todos os estudantes. Mas também, quando esse assunto saiu foi como riscar fogo na pólvora. TODOS os estudantes ficaram sabendo da bomba. Eu fiquei revoltado, morrendo de ódio. E ontem eu tinha uma prova valendo os três pontos de farmaco da 1ª etapa… mas, como nós, pobres estudantes, fazendo das tripas coração para continuar trabalhando e estudando, demos nossos pulos. Eu até a última hora não tinha transporte algum pra me levar pra faculdade, então… desisti, até meu pai me obrigar a tomar banho correndo e ir para o ponto de ônibus, para ver se alguma coisa estava acontecendo. E lá fui eu, sozinho para o ponto onde eu sabia que não iria ter ônibus para me pegar. Como não tinha ninguém no ponto, liguei para meu pai do celular pedindo para que ele me pegasse no ponto e me levasse pro centro pra ver se tinha alguém lá (ou esperando ônibus, ou esperando van ou então fazendo piquete mesmo…) e eis e estava lá o ex-coordenador do ônibus Pauleandro, sua namorada e mais dois estudantes. Quando ele me viu disse: “Olha, completou o carro!” e eu achei ÓTIMO. “Opa, agora uai! Tenho prova agora no 1º horário!” então, fomos no carro do respectivo.
Nota: o Pauleandro é 1º secretário da AES, ou seja, da DIRETORIA e não estava sabendo de NADA. Assim como todos nós, ele ficou sabendo do “probleminha” porque alguém ligou pra ele e avisou… olha o naipe!!!!
Assisti minha aula, fechei/fechamos (era de grupo) a prova J, e voltamos de carro para Sacramento, mediante o racha da gasolina. Teve bom, mas ainda estou morrendo de raiva
Torçam para que esse pepino se resolva ainda hoje, senão, carro de novo…
Até a Próxima
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…às vezes, rápido demais.
Eu não valho NADA!!!!
ahusahsuahsuahus
Onde a desgraça alheia é algo divertido!
Até a próxima
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Devido a problemas, eu retirei o post. Quem leu, leu. Quem não leu se f… (hehehehe)
Até a Próxima
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A primeira semana de estágio na UBS George Chirée Jardim foi deveras tranqüila. Tudo correu extremamente bem, graças a Deus, não houve acidentes, nem estresses.
No primeiro dia, meu pai me levou até a UBS de carro, se Sacramento à Uberaba com muita gripe. Eu admiro ele pois, não é fácil dirigir às 5 e meia da manhã com o corpo ruim, dor de cabeça e etc. Cheguei na UBS, fiquei dentro do carro esperando a dita cuja abrir, e olhando para ver se alguém que eu conhecia da Bio estava lá para o estágio também. Não vi ninguém de imediato, porém, assim que saí do carro e foi para a porta, uma menina me perguntou se eu ia fazer o estágio com o Robert. Letícia faz aula de ética comigo, é da mesma turma. E quis o destino que ela morasse praticamente do lado da casa da Carolina, ou seja, o ônibus para ir e voltar da UBS era o mesmo e conseqüentemente o ponto a descer. Fiquei aliviado. A semana foi prática, com uma rotina pequena. O que dava tempo de sobra para escutar as famosas histórias do Robert, da época da faculdade. Não vou contar nenhuma, mas a melhor de todas é a história do ferro de passar roupa e a da viagem para o exterior pela Europa.
O transporte público de Uberaba está daquele jeito que está em muitas cidades do Brasil: uma bosta. E o pior, é caro. Mas como necessito desse serviço para me locomover (porque a casa da Carol é longe pra chuchu da UBS) tenho que enfrentar o sacolejo dos ônibus. Há um ônibus cuja porta tem um delay na hora de fechar (a porta de saída), uma folha da porta fecha normal, já a outra folha demorava mais e quando fechava, era de uma vez. Quase que teve gente que prendeu a mão, pé, blusa e etc na porta. Escutei comentário de costumeiros passageiros de muita gente já teve problema com a devida porta.
Estou em casa agora, amanhã voltarei para Uberaba a fim de completar meu estágio e aproveitar para resolver um mal entendido com algumas colegas minhas. Desejem-me sorte.
Até a próxima
P.S. Amanhã eu vou sair pra balada! Hehehe, não sou de ferro também né?
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1º de maio é tradicional aqui em Sacramento. Sempre tem o famoso desfile de animais, ou cavalgada (chame como quiser). Eu particularmente corro de reuniões desse tipo, onde animais estressados com a multidão podem fugir ao controle de seu guia e esmagar alguns crânios nos paralelepípedos. Hoje de manhã, uma amiga minha no MSN:
Vanessa diz:
Você não vai descer pro centro não?
Marcelo diz:
Pra que??? Pra ver cavalo cagando no meio da rua??
Aff isso sem falar o fudun que fica na cidade durante uns 3 dias, fica um cheiro de curral que ninguém merece (nada contra currais). Além do mais, tenho péssimas lembranças sobre esse evento que se passa nessa data. Fazia parte da banda municipal como clarinetista (nossa, acho que nem sei tocar isso mais) e como é de praxe nesse eventos municipais, sempre tocávamos lá pras 9 da manhã. Certa vez estávamos em formação, já no 3º ou 4º Dobrado (tipo de partitura) na calçada na frente da matriz e a cavalada passando… e de repente, um desse animais (estou falando do condutor) perdeu o controle do cavalo e lá veio ele pra cima de nós. Nesse momento só se via a música acabando no meio e músico correndo pra tudo que era lado (inclusive o maestro). Agora eu te pergunto: PODE?? Pior ainda é o povo que desfila que fica se achando máximo… coitados dos bichos… só ficam machucando os cascos nas pedras do centro. Agora a gente espera Agosto pra ver o que vai ser aprontado pro aniversário da cidade. To até vendo. Afff
Até a Próxima
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Detalhe básico é que eu não ficava doente desde a 5ª série. Estava eu no último dia de serviço, dia 3, sob o sol e faltando apenas alguns pingos de solda e o inevitável acabamento, pergunto:
Pai, vai demorar muito?
Não. Porque?
É porque eu estou passando mal
Acabamento feito ferramentas no carro, meu corpo parecia que tinha areia nas articulações e um trem ruim no estômago e na cabeça. Cheguei, aferi a temperatura (gente, pessoal da área da saúde naum fala “medi a temperatura” que brega…) 37,59°C… Ok, detalhe… Tomei um banho semi frio (ou seria semi quente…) e faltando 10 minutos para ir para o ponto de ônibus para ir para a faculdade para fazer uma prova de 2 pontos (!) aferi novamente e: 38,89°C. Precisa dizer que eu não fui na aula? Precisa dizer que eu não fiz a prova? Dalhe paracetamol e dipirona sódica. E apenas hoje que minha febre acabou. A causa? Sol na cabeça, infecção na garganta e gripe: praticamente uma bomba… Detalhe: tive que ir na aula no outro dia pois tinha outra prova de 25 pontos que eu não podia perder de modo algum, mesmo estando com 37°C de febre. Prova aliás, que foi fácil, a não ser pelo IgG anti-VCA que NINGUÉM sabia o que era, deduzimos pelos sintomas clínicos que era Mononucleose Infecciosa, mas minha ânsia de sumir da face daquela terra onde a faculdade está instalada era tanta que fiz a prova em menos de uma hora, coloquei o agente etiológico da Mononucleose trocado (era EBV e eu coloquei o vírus da Febre Amarela DERT), e coloquei o básico do básico. Odeio ficar doente. A gente não pode fazer nem metade do que quer… nem televisão eu pude ver, pois a dor de cabeça era insuportável. E o pior é que tem gente que gosta de ficar doente pra poder faltar no serviço, na aula, pra receber atenção especial e etc… ninguém merece.
Até a próxima
Arquivado em: Depois que passa, a gente ri
É, depois que passa a gente ri, mas na hora dá vontade de chorar…
Hoje, fomos eu e alguns amigos para um rodízio de pizza nos confins da cidade. Nos deleitamos, enchemos literalmente a pança, rimos a doidado, só não tomamos uma porque é meio de semana. Conta paga, pego o meu fusquinha (com a tarjeta lá no local onde deveria estar
) e volto para casa na maior felicidade. O Jonathan, que estava lá, voltou de carona com o Divaldo de Pop. Quando chego aqui em casa e entro no MSN, o queridíssimo me diz q ocorreu uma tragédia (exagero) e que ele e Divaldo caíram na rotatória de terra que existe em construção na frente do cemitério devido à implantação de uma avenida.
Jonathan diz: fiii, eu to digitando só com a mão esquerda e com um dedo da mão direita
Marcelo Timóteo diz: Demo, quer q eu te leve no hospital?
Jonathan diz: Não fii, eu to bem…
Marcelo Timóteo sai.
Marcelo buzina na porta da casa dele
Marcelo leva ele para o hospital
A enfermeira aplica uma injeção para dor (na popa)
O médico de plantão (um ginecologista (???)) marca um raio X para as 7 da manhã (segundo o Jon, de madrugada)
Jonathan xinga o Marcelo tudo
Marcelo leva o Jon para seu lar
Jon agradece
E até a Próxima.
P.S. o que será que aconteceu com o Divaldo? Sei que sua moto (novíssima apenas com 4 prestações pagas) nunca mais será a mesma. (guidão tordo, lanterna quebrada, roda torcida e lateral ralada) Ainda bem que eles estavam de capacete… imagina!
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Ahh, acharam que eu não postaria hoje. Pois se enganaram. Eis que estou eu aqui para contar um fato ocorrido comigo (pra variar) que se passou a aproximadamente meia hora atrás. Estava eu na casa do meu amigo Jonathan, que mora, vamos dizer assim, longe pra chuchu. Resolvi ir embora já que estava lá fazia tempo e já era um tanto quanto tarde. Peguei os meus CDs que já iam fazer aniversário lá, a chave do fusca e fui-me para minha querida e confortável casa. Então, sem que eu esperasse, na subida mais mal iluminada da cidade e conseqüentemente mais perigosa, lá estava. A viatura à minha espera. O guarda fez sinal para eu parar e encostar. Assim fiz.
_Boa Noite.
_Boa Noite.
_Os documentos do veículo e sua habilitação por favor?
_Ok, um minuto
Marcelo entrega tudo.
_Onde está a tarjeta da placa da frente?
“QUE??”
_Ahh, a tarjeta… espera aí…
Marcelo sai do carro e vai resolver o problema da tarjeta
- Nota: A tarjeta é aquela plaquinha onde fica escrito o nome da cidade de onde é o carro. Quando meu pai comprou o fusca, ele estava destruído e portanto, foi para a funilaria e pintura. No processo de montagem os f***** da p*** enfiaram a tarjeta no c*, então, meu pai me advertiu a dizer aos guardas caso eles me parassem sem a tal, o sucedido da pintura e o motivo da tarjeta não estar onde deveria. –
_ Ahh sabe, é que o proprietário do carro é o meu pai, e ele ficou de arrumar esse trem da tarjeta. (deu pra perceber que não me lembrei de uma única palavra que meu pai havia me dito, muito menos o motivo da desgraçada não estar lá)
_Então, eu vou anotar a sua placa, e você regulariza essa tarjeta e leva o carro no pelotão até sábado às 19 horas tudo bem? Senão eu vou ter que emitir uma notificação. Seus documentos tão certinhos, só falta arrumar essa tarjeta.
_Ok, tudo bem, tá certinho…
Marcelo entra no carro pensando: “PUTZZZ! QUE MERDA!”
Arrumar a tarjeta NOW!!!!
Até a próxima…
