Ressureição

Femme Fatale (Deluxe Version)

Eis que surge das cinzas, Britney Spears

Sério, eu sou muuuito eclético mesmo a ponto de postar uma de minhas críticas leigas à chamada princesa do Pop. Mas é inegável a qualidade do seu sétimo álbum. Falar que os dois últimos foram um fracasso é mentira, já que a loira tem fãs fervorosos espalhados nos sete cantos do globo, mas também é inegável que seus dois últimos trabalhos só venderam mesmo por que era a Britney. Comparar Blackout com Femme Fatale no quesito qualidade musical é covardia, o coitado do “famoso” álbum que marcaria a volta triunfal da estrela não foi tão impressionante. Circus eu considero um trabalho de transição, já que muita coisa legal saiu de lá. Agora, Femme Fatale…

Tá bom! Pode até ser mesmo que minha opinião seja muito duvidosa já que sou um fã apaixonado por música eletrônica, mas essa batida estilo Dubstep presente em todas as músicas do álbum da danada é viciante. É aquele típico caso que você acorda de manhã, pensa num trechinho e quando percebe no final do dia, cantarolou a desgraça o dia todo. Quando isso acontece com o Rebolation, ou então com aquela música (sem adjetivo) do Levanóis (olha o nome da banda…) é de doer, mas quando acontece com uma música boa, é porque o artista atingiu seu objetivo.

Femme Fatale tem uma característica única totalmente diferente dos dois álbuns anteriores: Atitude. Britney está mostrando que não está mais importando com a mídia, que de certa forma é grande culpada pela era negra da cantora. Se ela ainda se importa, parece que ela aprendeu a fazer o que todo artista costuma saber: não estar preocupada com o que falam dela ou deixam de falar. Agora sim Britney pode re-alavancar a sua carreira e passar a ocupar um lugar que na verdade sempre foi seu.

Antes que me atirem pedras, saibam que eu não sou fã da Britney Spear. Eu sou fã de música boa, e as desse álbum se encaixam nessa categoria.

A melhor música de longe é a primeira “Till the World Ends”, tem um scat tipo cola de cérebro e a batida é perfeita pra tudo que se pode fazer com uma música, seja numa balada (principalmente), pra malhar, pra escutar…

 

“Hold it Against Me” é uma “Piece of Me” mas sem aquela raiva toda. Ela aponta sua relação conturbada com a mídia. O interessante que notei nesse clipe é que ELA mesma suja a própria carreira, representada pelos videoclipes nos televisores.

 

Há participações especiais como o Wil.I.am, e Sabi.

Preparem-se, pois Femme Fatale vai invadir todas as pistas de dança.

Até a próxima

1 Comentário

Arquivado em Eu Crítico (minha opinião sobre o q anda acontecendo)

Uma resposta para Ressureição

  1. Vanessa

    HAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
    AMEIII SEU POST! *-*
    realmenteee, esse albúm é aterrorizante! :D

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