Arquivado em: Eu Biomédico (minhas tragicomédias na universidade)
Como de costume, estava realmente preocupado com minha pontuação em Ciências Fisiológicas II. Em três prova valendo 20 pontos cada, atingi a marca dos 60% em apenas duas delas, e isso era de morrer. Eu sempre me acostumei a ter folga nesse tipo de situação com no mínimo 85% da nota. Estava meio que encucado. O professor resolveu que esse semestre ele não daria prova de recuperação como sempre dava nos semestres anteriores. Ao invés disso, ele resolveu usar um sistema de recuperação inusitado, senão incomum. O tal do Troca-nota, ou Vale-nota. Ele sempre faz perguntas em sala para quem quiser responder, valendo uma nota, que pode ser 1, 2 ou 5 pontos extras. Esses pontos serão trocado antes do fechamento de notas continuadas, e o quanto você tiver acumulado de ponto extra será acrescentado à sua nota obtida. Sondei-o para saber como seria usado esse sistema de pontuação e ele me confirmou a versão que acabei de descrever. Estava preocupado pois, surgiram comentário de alunos, colegas de turma, de que esses pontos extras seriam divididos em 2, isso seria muito ruim. Fazendo as contas, pude então respirar aliviado e esfriar a cabeça. Somando as notas perdidas nas três provas anteriores, totalizou 22,1 pontos perdidos. Eu possuo nesse momento 22 pontos extras então, eu tenho na verdade praticamente 100% da nota, considerando que fechei o trabalho que ele passou valendo 10 pontos. Puxa, não é um alívio enorme para quem estava correndo o risco de perder a bolsa? Pois é… quem diria que esses pontinhos iriam salvar a pátria… E olha que eu nem tava levando muito a sério esse negócio de ponto extra, se eu tivesse começado a adquirir esse pontos desde o começo do semestre com certeza teria muito mais que 22 pontos. Extra mesmo, é dar a volta por cima.
Até a próxima.
