DLCs. Bom ou Ruim?

DLCs

Depende.

Algumas produtoras usam conteúdos baixáveis (dowloadable content) como um recurso para aumentar a vida útil do jogo, outra já agem como uma vampiras sanguinárias doidinha pelo seu dinheiro. Vejamos alguns casos dos dois tipo: A Rockstar lança vários DLCs para seus jogos, mas como a maioria dos jogos são do tipo singleplayer, esse DLCs são em sua maioria, capítulos novos, novos modos de jogos, novas missões e etc. Ou seja, você vai jogar uma única vez e talvez nunca mais jogue novamente. É bom porque você aproveita mais o jogo e geralmente esses conteúdos vêm com troféus bônus que você pode ganhar e melhorar seu ranking na PSN. É ruim porque logo que acaba, você perde aquele dinheiro investido, já que você provavelmente nunca mais vai jogar aquela DLC novamente.

Vamos citar a Capcom.

A Capcom está recebendo algumas duras críticas devido ao seu posicionamento perante essas DLCs. Street Fighter IV agora possui três versões e nenhuma é compatível com a outra, ou seja, se você tem Super Street Fighter IV, você não joga com quem tem o Arcade Edition e nem com quem tem o jogo original. A diferença entre as versões são sutis, exceto pela quantidade de personagens jogáveis de uma pra outra, ou seja: Não era necessário lançar um novo jogo (tipo, Super Street Fighter IV) pra incluir novos personagens, isso podia ter sido feito com alguns simples DLCs. Agora olha, os DLCs do SSFIV e de suas respectivas versões não possuem nenhum personagem, apenas roupas alternativas, novos combos, alguns desafios e nada mais e além do mais, os DLCs de uma versão não são compatíveis com as outras. O mais recente rumor é que Capcom Vs Marvel 3, vai ter uma versão Ultimate com mais 24 novos personagens… agora pensa: não dava pra liberar isso como DLC? E você que comprou Street Fighter IV e Capcom Vs Marvel 3, como q faz pra vender isso? Pra trocar? Quem é que vai querer comprar um jogo inferior às mais recentes versões?

Agora olha o posicionamento inteligentíssimo da Warner

Mortal Kombat causou aquele frisson quando foi lançado, mas é lógico que, uma franquia que possui mais de 80 personagens não ia ter tudo isso logo de cara. Os personagens mais clássicos estão todos lá, inclusive alguns presentes para os fãs, como o Cyber Sub-Zero, que só havia existido no imaginário dos fãs, e possui até uma versão em 16-bits em M.U.G.E.N. chamado Hydro. Pois bem, agradou todo mundo, mas infelizmente personagens ótimos ficaram de fora. Até agora, foram lançados 3 DLCs de personagens, sendo um deles inédito e que assim como Ermac e Rain (que eu vou falar mais pra frente) foi criado para os fãs. Skarlet é uma ninja que surgiu no Mortal Kombat II como erro de Macro, assim como o Ermac, que deixava ou a Kitana a Milenna ou, muito raramente a Jade com a roupa vermelha (quando era a Jade, que já era uma personagem secreta, aí sim que todo mundo achava que Skarlet existia de verdade). Quem tem o jogo limpo, sem DLCs, pode baixar pacotes de compatibilidade gratuitos para que, numa partida online, você possa enfrentar os personagens extras comprados na loja. Com isso, fica evidente as possibilidades infinitas que podem surgir. Por exemplo o Rain. Todo mundo reclamou a falta dele no jogo original, mas eis que surge o danado em um DLC, com poderes próprios, fatalities próprios e tudo o mais. É claro que os DLCs são um complemento incomparavelmente extraordinário para jogos de luta, mas deixa um quê de “e depois?”. Provavelmente esses personagens já estavam em desenvolvimento na época do jogo original e não foram incluídos no disco de propósito (quem não compraria o Rain? ou o Kenshi?). O Kenshi foi um fato curioso. Ele foi um personagem criado na era do 3D, e nunca teve a jogabilidade Sidescrolling do jogo atual. Ver como ele se comportaria em 2D era um atrativo interessante. Ver como era a nova ninja Sangrenta Skarlet era um atrativo, e ter o Rain no rol de lutadores com todos seu golpes clássicos (a bolha de água é demais! Além do Super Roundhouse) é muito atrativo mesmo. Nesse caso os DLCs, valem mesmo a pena, ainda mais que junto com eles vem também aperitivos como roupas novas (que na verdade são clássicas da era dos 16-bits) e novos fatalities por exemplo.

 

Os DLCs são uma forma das produtoras esvaziarem ainda mais os nosso bolsos? Com certeza. Mas existem produtoras e produtoras. Produtoras que respeitam o nosso investimento com conteúdos de qualidade e aquelas que lançam coisas apenas para encher linguiça;

Até a próxima

Deixe um comentário

Arquivado em Games

A Política de Direitos Autorais do Facebook


Facebook

Notei agora, que a política de proteção de direitos autorais do Facebook parece ser a mais rígida na qual esbarrei até agora.

Estou fazendo uma contagem regressiva para meu aniversário de formatura e junto com o Status, estou postando fotos antigas da turma, vídeos e etc. Eis que resolvi upar um vídeo direto para o servidor do Facebook, um slide-show com as nossas fotos do encarte e da beca com “Smile” de Charles Chaplin ao fundo e eis que mal o vídeo foi processado, recebo uma notificação dizendo que ele seria removido por possuir conteúdo de terceiros.

Apesar disso não fiquei chateado ou emputecido, já que realmente utilizei uma música licenciada para outra pessoa no meu vídeo, mas eu achei meio agressivo a forma como essa fato é tratado. Por exemplo, eu tenho esse mesmo vídeo (e vários outros na mesma situação) postados no YouTube, e eu também recebi notificação de que eles possuíam conteúdo protegido por copyright, mas diferente do facebook, o YouTube não removeu os meus vídeos, apenas adicionou nas informações que o mesmo possuía conteúdo criado pela empresa dona da música, por exemplo, e adicionou algumas propagandas no vídeo (aquele pop-up dentro do vídeo que a gente sempre fecha sem nem olhar direito o que é), mas tá lá, online pra quem quiser ver.

A solução foi linkar o vídeo do YouTube no Facebook, já que um não interfere na política do outro.

O que nos faz pensar é que, se existe soluções como a do YouTube, porque não pode ser aplicada ao Facebook também? Geralmente que faz esse tipo de vídeo não tem intenção de distribuir o mesmo e muito menos ganhar dinheiro com o tal. Pode até ser um meio interessante de divulgação do trabalho de algum artista pouco conhecido. Agir em parceria com os produtores desses tipos de conteúdo pode ser uma solução que agrada a todo mundo. Eu ganho, você ganha e a empresa também.

Até Logo!

Deixe um comentário

Arquivado em Internet

Sonic/Super Mario: A Eterna Batalha (e Sonic fica mais forte agora)

Mario_vs_Sonic_by_TPollockJR

 

Uma coisa é certa. Ou você passou sua infância no reino dos cogumelos ou então passou em Green Hill Zone.

Apesar da imagem, eu não acho os dois personagens rivais, eles na verdade tem suas próprias características. O Mario é um personagem licenciado pela Nintendo, já o Sonic, pela Sega. Quem jogou Nintendinho 8-bits/Super Nintendo é fã de Mario. Quem teve a infância o console Master System ou Mega Drive da Sega, com certeza é fã do ouriço azul. O ponto principal do Mario é o pulo, aliás, sempre foi e provavelmente sempre vai ser. O do Sonic é a velocidade. Apesar de só ter jogado Sonic algumas vezes eu sempre gostei muito de sair correndo que nem um alucinado pelo cenário cheio de loops, aceleradores e catapultas, o jogo só era aproveitado quando se perdia o medo de sair correndo. Só que ao contrário do Mario, Sonic sempre tropeçava no quesito renovação. O Mario sempre se deu muito bem no cenário tridimensional, começando com Super Mario 64 até o mais novo (e excelente) Super Mario Galaxy 1 e 2. Já o Sonic sempre bateu com a cara no muro no quesito 3D. A Jogabilidade velocista do azulinho não combina muito com cenários de mundo aberto.

Apesar disso, Sonic têm muitos jogos e versões malucas, assim como Super Mario, como jogos de luta, Pinball, plataformas isoméricas e mais um monte que eu nem sequer cheguei a jogar. Outra diferença, é a mudança do personagem, que esticou e ficou bem diferente da versão 16-bits, o que agradou alguns e desgradou um monte. Até lançaram o Sonic 4, com a jogabilidade 2D clássica do personagem, mas a qualidade de Master System em consoles poderosos como Xbox 360 e PS3 não agradou os fãs do jeito que eles pensavam que agradaria.

Pois bem, agora a Sega parece que resolveu apelar de forma certa para a nostalgia e vai lançar, provavelmente no final do ano, o Sonic Generations que é um híbrido de 2D com 3D. Se você não entendeu, calma que eu explico. O Sonic moderno, aquele estiradão, será sugado por vários buracos temporais que o levarão à vários pontos da sua própria história, onde ele encontrará sua própria versão da era 16-bits do primeiro jogo do Sonic (o Sonic gordinho) e você poderá escolher com qual dos dois você jogará. Se escolher o Sonic Clássico, vc joga em 2D, se escolher o Sonic moderno, vc joga em 3D (é o que se especula nas mídias especializadas em jogos). Agora você coloca a mão na cintura e fala: “Ah, mas você não falou agorinha que o Sonic 4 não agradou? Como que a volta da jogabilidade 2D vai fazer diferença agora?” Pois bem caros leitores. Acontece que eles se jogaram na mais nova moda que está fazendo a alegria nostálgica dos fãs de vários jogos 16-bits espalhados pelo mundo: Renderização 3D, jogabilidade sidescrolling (2D) igualzinho o novo Mortal Kombat, Donkey Kong Returns e vários outros jogos novos que usam esse formato (Trine é um exemplo). Aliar a beleza que o 3D e o HD (e agora, o 3D estereoscópico)proporcionam com jogabilidades consagradas está dando muito certo. Um exemplo claro foi o Mortal Kombat (que foi lançado ontem nos EUA, diga-se de passagem) que fez o maior alvoroço antes mesmo de ser lançada a Demo pro PSN e do Xbox LIVE. Para aguçar minhas palavras, vai aí o trailer do jogo.

Como puderam ver, a jogabilidade 3D do Sonic moderno está voltada para a velocidade, sem mundo aberto, sendo apenas um único caminho por onde ele pode alucinadamente correr. Estão especulando, que o moderno correrá pelo mesmo cenário que o clássico. Ou seja, um único mundo, dois modos de jogar.

Dessa forma, Sonic pode fazer bonito e agradar os fãs da velha guarda, e fazer outro novos, pois como pode-se ver, o visual está muito bem trabalhado. O Mario não fica pra trás nunca e sempre tem um jogo ou outro dele aparecendo.

Fiquem de olho nas novidades!

1 Comentário

Arquivado em Games

Ressureição

Femme Fatale (Deluxe Version)

Eis que surge das cinzas, Britney Spears

Sério, eu sou muuuito eclético mesmo a ponto de postar uma de minhas críticas leigas à chamada princesa do Pop. Mas é inegável a qualidade do seu sétimo álbum. Falar que os dois últimos foram um fracasso é mentira, já que a loira tem fãs fervorosos espalhados nos sete cantos do globo, mas também é inegável que seus dois últimos trabalhos só venderam mesmo por que era a Britney. Comparar Blackout com Femme Fatale no quesito qualidade musical é covardia, o coitado do “famoso” álbum que marcaria a volta triunfal da estrela não foi tão impressionante. Circus eu considero um trabalho de transição, já que muita coisa legal saiu de lá. Agora, Femme Fatale…

Tá bom! Pode até ser mesmo que minha opinião seja muito duvidosa já que sou um fã apaixonado por música eletrônica, mas essa batida estilo Dubstep presente em todas as músicas do álbum da danada é viciante. É aquele típico caso que você acorda de manhã, pensa num trechinho e quando percebe no final do dia, cantarolou a desgraça o dia todo. Quando isso acontece com o Rebolation, ou então com aquela música (sem adjetivo) do Levanóis (olha o nome da banda…) é de doer, mas quando acontece com uma música boa, é porque o artista atingiu seu objetivo.

Femme Fatale tem uma característica única totalmente diferente dos dois álbuns anteriores: Atitude. Britney está mostrando que não está mais importando com a mídia, que de certa forma é grande culpada pela era negra da cantora. Se ela ainda se importa, parece que ela aprendeu a fazer o que todo artista costuma saber: não estar preocupada com o que falam dela ou deixam de falar. Agora sim Britney pode re-alavancar a sua carreira e passar a ocupar um lugar que na verdade sempre foi seu.

Antes que me atirem pedras, saibam que eu não sou fã da Britney Spear. Eu sou fã de música boa, e as desse álbum se encaixam nessa categoria.

A melhor música de longe é a primeira “Till the World Ends”, tem um scat tipo cola de cérebro e a batida é perfeita pra tudo que se pode fazer com uma música, seja numa balada (principalmente), pra malhar, pra escutar…

 

“Hold it Against Me” é uma “Piece of Me” mas sem aquela raiva toda. Ela aponta sua relação conturbada com a mídia. O interessante que notei nesse clipe é que ELA mesma suja a própria carreira, representada pelos videoclipes nos televisores.

 

Há participações especiais como o Wil.I.am, e Sabi.

Preparem-se, pois Femme Fatale vai invadir todas as pistas de dança.

Até a próxima

1 Comentário

Arquivado em Eu Crítico (minha opinião sobre o q anda acontecendo)

Re-Again: Black & White Now!

Tragicomedia3!2011

Yahee gente boa!

Esse post é pra anunciar a coisa mais óbvia que vocês viram ao acessar o T3! hoje. Depois de 2 anos, mudei o layout e finalmente a Header do Blog. Incluí ainda um Background customizado para dar mais personalidade ao site. As mudanças ainda estão acontecendo portanto não se assuste se numa segunda visita você se deparar com algo novo. Bom, vamos falar da Header nova? Bom, então, eu estava cansado com aquela mesma tipografia fazia tempo, mas não conseguia achar uma letra que me satisfizesse e eis que eu acho a fonte Zegoe, a nova fonta da Microsoft que está presente no Zune HD e nos novos smartphones movidos a Windows Phone 7 e achei muito legal. O Título é composto pelas 4 variações da fonte, Zegoe Caps, Zegoe UI, Zegoe UI-S e Zegoe Light, e os simbolos representam o que eu costumo postar aqui, como críticas leigas de música, Jogos de variadas plataformas, filmes e dicas de informática e é claro, as máscaras representavitas do teatro, que simbolizam o blog, mas tipo, eu nunca postei nada sobre teatro aqui, apesar do título. Mudei também o subtítulo do Blog, devido aos recentes acontecimentos que andam assolando o globo. Olhando por essa perspectiva, “rir da desgraça alheia” não é muito divertido, então resolvi destacar as coisas básicas da vida que acontecem conosco no nosso dia a dia e que de certa forma nos marcam. A mudança, como podem notar, não é apenas visual. Vou tentar postar textos mais maduros e inteligentes, sem perder minhas melhores características e quem sabe assim, trazer algo de legal para a rede.

Aproveitem essa nova fase, tentarei ser frequente com as postagens.

Até a próxima.

Deixe um comentário

Arquivado em Espectadores, Internet

Os Personagens Secretos de Mortal Kombat

Como está próximo o lançamento do novo MK, eu resolvi matar a saudade de jogar meus clássicos cartuchos de Super Nintendo e notei que desde sempre há nos jogos da série, personagens secretos, jogáveis ou não que fazem/fizeram o maior alvoroço junto aos fãs da série. Hoje eu vou listar esse personagens do MK1 até o Armageddon (se eu conseguir)

Mortal Kombat

Reptile

Esse personagem, tão conhecido hoje em dia marcou sua estreia no primeiro Mortal Kombat como um personagem secreto não jogável para plataformas não snes. Mesmo no super Nintendo, era necessário um código para desbloqueá-lo. Ele só passou a ser “legalmente” jogável a partir da segunda edição do jogo.

Jade

Desde quando ela apareceu como personagem secreta em MK I e II, ela dá um trabalho do cão. Ela é uma oponente formidável. Em mortal Kombat II, ela não é selecionável e possui todos os poderes, armas e movimentos de Kitana, mas ela é muito mais esperta, vamos assim dizer. Ela só voltou a aparecer novamente como personagem jogável com arma (bonjutsu) e poderes próprios em Ultimate Mortal Kombat 3, e consequentemente em Mortal Kombat Trilogy.

Smoke

Ele aparece pela primeira vez como personagem secreto em Mortal Kombat II, não selecionável e copiando os poderes e movimentos de scorpion. Dá trabalho de derrotar também. Ele permanece secreto até Mortal Kombat 3 onde aparece em sua versão ciborgue. Em Ultimate Mortal Kombat 3, é possível jogar novamente com o Smoke humano, selecionando o Cyber Smoke e realizando uma sequencia certa de botões antes da partida começar, na tela de versus. Uma curiosidade interessante é que sempre ele teve os poderes espelhados/copiados de Scorpion, mesmo em sua versão cibernética, com o arpão (que age como a lança de Scorpion), e o teletransporte seguido do soco. As únicas inovações da versão cibernética são a invisibilidade e o arremesso aéreo, que é acionado segurando defesa no ar perto do seu oponente. A versão humana é um Scorpion cinza!! hehehehe. Ele foi adicionado só por saudosismo mesmo. (Uma porque era muuuuito difícil mudar a cor do personagem né…)

Noob Saibot

Outra cópia descarada do Scorpion quando apareceu pela primeira vez em MK II, e desde sempre foi praticamente a sombra. Ele só voltou a dar as caras em Ultimate Mortal Kombat 3, selecionável, com poderes próprios (e apelões, dependendo de quem joga), só que sem fatality nenhum. Em MKT, ele passou a ter seu próprio fatality e poderes baseados na sua sombra. Aliás, no novo MK9, que vai ser lançado em Abril, ele usa e abusa da sombra o tempo todo, diferente da versão de MKA, onde ele representava mais um ninja mesmo, com shurikens e tudo. Ele pode até ser um Ctrl+C do Scorpion no primeiro MK, mas dá um trabalho…

Curiosidade: Você sabia que Noob Saibot é o contrário de Tobias Boon, seu criador?

Chameleon

Personagem presente pela primeira vez em Mortal Kombat Trilogy, versão PC e PSOne. É um ninja da mesma raça de Reptile (segundo especulações) que é um samba do crioulo doido de todos os ninjas do jogo. Assim ele possui poderes copiados de todos eles, como o raio de Rain, o teletransporte de Scorpion, o gelo do sub-zero e por aí vai. Ele é o personagem mais abastado de poderes que eu já vi. Ele só volta a aparece novamente em Mortal Kombat Armageddon, agora como personagem selecionável e com uma sistemática de jogo diferente da sua primeira versão, onde você tinha que executar os comandos de acordo com sua cor atual, agora a cor muda de acordo com o poder que você solta. Assim com na versão original de 16 bits, o personagem é translúcido, mas diferentemente de antes, agora é bem mais fácil enxergar ele.

 

Khameleon

Versão feminina de Chameleon, simplesmente. Exclusiva para Nintendo 64, Khameleon é a ÚNICA personagem que aparece apenas em uma única plataforma (Nintendo), já que, a pedido dos fãs, ela foi incorporada aos MKA do Nintendo Wii. Ela é um mix das ninjas femininas do jogo, Kitana, Millena e Jade, e como seu companheiro masculino, possui todas as características dele, translucidez, e é uma versão feminina mesmo do Chameleon do MKA, até a roupa e igual. Ela é a personagem secreta mais querida dos fãs. o Hype é tanto, quem eu, mesmo sem nunca ter jogado com ou contra ela fico curioso pra ver se é essa bola toda.

Rain

Pra quem só jogou Ultimate Mortal Kombat no Super Nintendo, esse personagem não é secreto, mas para outras plataformas, Rain só é jogável através de códigos. Na verdade, Rain é uma piada interna. Note a cor da roupa do indivíduo,,,  então? Alguma associação em mente? Sabe, ele é um PRÌNCIPE na história oficial do MK. Bom se você ainda não descobriu, eu digo que Rain é uma referência à música “Purple Rain” de Prince (sacaram? dããã), aí eles usaram a graça e resolveram inserir um novo personagem no jogo, Quem diria não?

Ermac

Como Rain, Ermac também não é secreto no Snes, mas para outras plataformas, ele só é jogável através de códigos. Ermac também é parte de uma piada de primeiro de abril. Quando o primeiro jogo foi lançado nos arcades, ás vezes acontecia um erro e aparecia a mensagem ERror MACro. É claro que era só um bug besta, mas acontece que os fadados à teoria da conspiração começaram a especular que ERMAC era um personagem secreto do jogo, já que ocorria um erro de cor que fazia com que o Scorpion ficasse com a roupa vermelha, tanto que tem gente que até hoje acha que é verdade. Pois bem, Ermac foi criado apenas no Ultimate Mortal Kombat 3 como uma homenagem aos fãs e à esse episódio icônico. E o pessoal caprichou na sua história e hoje Ermac tem um importante papel na história de Mortal Kombat. Ele é a reunião de milhares de almas, tanto que quando se refere a si mesmo ele fala “nós”, “Somos”, “Podemos”, assim sempre no plural.

Meat

Meat foi uma experiência muito da porca que o Shang Tsung resolveu fazer. Ele aparece pela primeira vez em MK4, e novamente em MKA com personagem desbloqueável.

Mokap

Amiguinho de Johnny Cage, Mokap é especialista em efeitos especiais e captura de movimento. Ele não é tão expressivo e apareceu pela primeira vez em Mortal Kombat Deadly Aliance. Sua inserção no jogo não fedeu e nem cheirou, segundo os fãs.

Existem outros personagens secretos, mas de pouca importância para a história do Mortal Kombat. Em outra oportunidade eu faço um post, dessa vez menor sobre os personagens fakes.

Até a próxima

Deixe um comentário

Arquivado em Festas e coisinhas que divertem, Softwares (a parte que a gente xinga)

Resistência

O brasileiro não gosta de mudanças. Estou, como posso dizer, decepcionado com a capacidade limitada do pessoal de assimilar as mudanças . E estou manifestando essa opinião devido à reação de um monte de gente devido à mais nova (e útil) atualização de recursos do orkut. Eu até perdi a conta de quantas comunidades foram criadas como abaixo assinado para que a atualização seja removida. Gente, isso é palhaçada.

Se é atualização, é porque é bom oras, é pra facilitar a nossa vida. Tem um monte de comunidade mó sem noção que diz que os recados aparecem na página inicial, mas eu nunca vi nenhum recado nas atualizações dos meus amigos. A nova atualização coloca a caixa de mensagens direto na sua página pessoal, criando um atalho muito útil para que você envie a mensagem para quem quiser sem entrar na página do perfil dessa pessoa, e não que a mensagem vai aparecer pra todo mundo. Veja só:

image

Mais simples que isso, impossível.

Por isso, ou você anda com a multidão voluntariamente, ou então ela te arrasta, ou então, te pisoteia… a escolha é sua.

Até a próxima.

1 Comentário

Arquivado em Internet, Pensamentos